Nessa intervenção, Bento XVI aludiu aos «valores que fazem da atividade de trabalho um instrumento precioso para a realização de uma convivência mais justa e humana». «Penso no respeito pela dignidade da pessoa, na busca do bem comum, na honestidade e na transparência na gestão dos serviços, na segurança alimentar e na salvaguarda do meio ambiente e da paisagem, e na promoção do espírito de solidariedade», observou.
Elias Couto, colaborador do Semanário Agência ECCLESIA, escreve na mais recente edição, hoje publicada, que «a situação atual, relativamente ao trabalho e à falta dele, é fruto de opções feitas ao longo de décadas, quer no domínio da industrialização, primeiro, quer no âmbito da desindustrialização, depois». «Além disso, resulta também de uma mudança de paradigma económico, fruto do desenvolvimento tecnológico, por um lado, e da industrialização acelerada de países até há pouco tempo afastados da produção de bens de consumo em larga escala», acrescenta o editor da revista digital «Cristo e a Cidade».
Ao longo do ano, Bento XVI apresenta 24 «intenções de oração», uma geral e outra missionária por cada mês.


