Citado pela Agência Ecclesia, o prelado considera que a fé em Jesus mostra que «não são as armas», «não é o poder político ou tecnológico», «não é o domínio psicológico ou das riquezas materiais e, muito menos a notoriedade diante de todos» que têm «a última palavra acerca do mundo, da história e de cada ser humano». «Os homens poderão destruir, poderão dominar por algum tempo, poderão, por alguns dias ou anos, sujeitar os demais ao seu jugo. Mas não será a sua palavra de ódio, de domínio ou de vingança, a última a ser pronunciada sobre a história e sobre cada ser humano», acrescentou.
Essa palavra, sustentou D. Nuno Brás, «será sempre aquela pronunciada pelo coração de Deus». «Deus ama-nos de tal modo que, em Jesus de Nazaré, nos abriu as portas da Sua intimidade e, apesar do nosso pecado, nos convida a permanecer, a perseverar nessa intimidade», observou.


