«Caros amigos, agradeço-vos cordialmente por este gesto de afeto e pela vossa iniciativa de apoio ao meu ministério apostólico e para favorecer em todos os locais um testemunho cristão corajoso e ativo», disse o Sumo Pontífice, citado pela Ecclesia, após a recitação da oração do Angelus.
A manifestação acontece no dia em que a Igreja Católica celebra a solenidade litúrgica de São Pedro e São Paulo, apóstolos e mártires, padroeiros de Roma, cidade cujo bispo é o próprio Papa.
Bento XVI destacou os «sentimentos de profunda comunhão e de proximidade espiritual» dos fiéis da capital italiana.
A iniciativa foi convocada pelo vigário para a Diocese de Roma, cardeal Agostino Vallini, e juntou vários jovens que a divulgaram através das redes sociais.
O Papa apelou à oração para que possa prosseguir a sua missão com «a mansidão e a força do Espírito Santo».
A oração do Angelus decorreu após a missa a que Bento XVI presidiu na Basílica de São Pedro, durante a qual 43 arcebispos metropolitas de todo o mundo, incluindo sete brasileiros e um angolano, receberam o pálio, faixa de lã branca com seis cruzes pretas de seda, uma insígnia litúrgica de «honra e jurisdição» da Igreja Católica.
Para o Papa, este é um rito «eloquente» que coloca em destaque «a íntima comunhão» dos prelados com o bispo de Roma.
Em português, Bento XVI deixou uma «saudação especial» para os arcebispos do Brasil e de Angola que receberam o pálio e também para os familiares e amigos que os acompanham.
«À Virgem Maria confio vossas vidas, famílias e dioceses, para todos implorando o dom do amor e da unidade sobre a rocha de Pedro», acrescentou.


