O católico Paul Bhatti assumiu este cargo ministerial a pedido do primeiro-ministro, após o assassinato do seu irmão, Shahbaz Bhatti, em Março do ano passado, por ter defendido precisamente as minorias religiosas no Paquistão, onde vivem cerca de 2,2 milhões de cristãos, que representam apenas dois por cento da população total do país.
A defesa das minorias religiosas ganhou notoriedade nos últimos anos por causa da lei da blasfémia, que tem provocado uma maior arbitrariedade contra cristãos e membros de outras confissões religiosas, e que tem gerado situações de intolerância e fanatismo, segundo as informação avançadas pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.


