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Parar

Segunda-Feira, 30 Julho 2012
Sílvia Júlio
Sílvia Júlio
Jornalista

Em pleno agosto, o mês por excelência das férias da maioria das famílias portuguesas, é importante ter disponibilidade mental para aqueles que enchem a nossa vida de sentido. É sobretudo aqui que vamos buscar a criatividade e a energia...

No bulício dos dias cronometrados, em que muitas vezes ligamos o piloto automático para dar vazão a tantas solicitações sem mais demoras, é primordial pararmos e voltarmos a encontrar o fio condutor da nossa vida.

Quando a pressa, os prazos, o trabalho quase ininterrupto comanda a vida, nem temos tempo para refletir devidamente sobre tudo o que fazemos – e acabamos por perder, muitas vezes, o essencial. Parar uns dias, não implica que se perca a carruagem ou se faça marcha atrás na vida. Pelo contrário, estas paragens até ajudam a dar passos em frente. A seguir com um novo vigor os nossos projetos.

Em pleno agosto, o mês por excelência das férias da maioria das famílias portuguesas, é importante ter disponibilidade mental para aqueles que enchem a nossa vida de sentido. É sobretudo aqui que vamos buscar a criatividade e a energia para nos superarmos diariamente, para sermos mais e melhores.

Quando os laços familiares estão apertados com muito afeto, libertamo-nos para o mundo com confiança. Daí a necessidade de voltarmos a ter tempo para estar em família, para nos redescobrirmos e reencontrarmos. O tempo das férias permite que pais, filhos, avós, tios e primos convivam, troquem experiências, partilhem histórias – tudo isto nos ajuda a perceber quem somos, de onde vimos e para onde queremos ir.

Hoje em dia, é muito difícil reunir a família alargada. Mas todos ficaríamos a ganhar se não perdêssemos de vista as nossas origens. Porque grande parte da nossa força está naquele pilar que nos torna robustos para enfrentar os reveses da vida. É da família que se parte para o mundo.

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